Espírito brasileiro – Poltrona Mole de Sérgio Rodrigues

Um ícone do design brasileiro moderno, que resume duas décadas em uma peça única de mobiliário. Desta vez, a Desmobilia traz um dos móveis mais representativos do Brasil durante a década dos anos 1950 e 1960: a Poltrona Mole de Sergio Rodrigues.

Existe uma história curiosa por trás dela. Surgiu na mente de Rodrigues elaborar um mobiliário tão confortável como uma cama e adequado para qualquer ambiente. Foi assim que ele entregou a primeira cadeira Mole (originalmente com dois assentos) a Otto Stupakoff, um renomado fotógrafo brasileiro.

Stupakoff ofereceu então, como método de pagamento, fazer uma sessão de fotos conceituais da peça. Rodrigues aceitou. Levaram a peça para a praia, mas o dia estava tão lindo que acabaram adiando a fotografia. Distraídos, não notaram que a maré subiu, e acabaram com uma poltrona encharcada.

À época era tendência fazer mobiliário combinado, e isso exigiu a Rodrigues adicionar um pequeno sofá para acompanhar a Mole. Depois de um ano na vitrine de sua loja sem vender, a Diretora do Museu de Arte Moderna do Rio comprou uma delas, levando-a para a galeria de arte – onde foi o complemento perfeito das outras peças do lugar.

Foi assim como a Poltrona Mole começou a ser vista, levando seu criador a ganhar prêmios internacionais, como o Concurso Internacional de Móveis em Cantú, na Itália, onde a nomearam como a única peça brasileira com valor de fundo, não apenas um rabisco tropical.

O legado de fundir as raízes da nossa cultura com o design contemporâneo é algo para sempre agradecer a Rodrigues, que para fechar esta publicação, gostaríamos de compartilhar uma de suas frases mais representativas de suas últimas entrevistas: “É apenas a figura, a peça, não é apenas o material do qual esta peça é composta, mas algo que tem dentro dela. É o espírito da peça… É o espírito brasileiro. É o mobiliário brasileiro!”.

Conheça aqui as novidades da Desmobilia.

Reinventando boneco Michelín

Poucas pessoas não conhecem a Bibendum… Bom, talvez não pelo nome. Bibendum é o reconhecido mascote e símbolo da empresa de pneus Michelín, que desde 1898 acompanha essa marca como sua imagem.

(Primeira versão de Bibendum, click e conheça a imagem original)

Desde sua criação no final do século XIX, foi bem recebido pelo público como uma das primeiras peças publicitarias usadas para mostrar o produto de uma empresa, com um conceito por trás disso (um grupo de pneus transformados em pessoa). É por isso que hoje, mesmo depois de sofrer várias metamorfoses em seu aspecto, não perdeu sua essência e vive na mente de várias gerações graças à sua longa história.

Uma dessas peças históricas foi encontrada recentemente pela equipe Desmobilia e Ignis Industrial em um ferro-velho, um Bibendum feito em ferro fundido que na década de 1920 serviu como compressor de ar.

Ele não estava em boas condições e já havia perdido seu tanque e mangueira originais, o que inspirou a equipe de designers da Desmobilia e Ignis Industrial a reinventá-lo, mantendo sua icônica imagem vintage e o transformando em uma mesa lateral.

Gustou? Que outra peça histórica gostaria de ver reinventada? Confira mais informações em nosso site.

Cadeiras Siliconadas, história de nossa região

(Cadeira de Jantar WIRED/Desmobilia)

As cadeiras siliconadas reformulam a história de nossa região. Diferentes países da América Central e do Sul as veem como um símbolo de sua cultura que, com uma variedade de cores, desenhos e tamanhos, acompanham a vida de milhares de famílias nestas regiões.

Seu material e método de elaboração permitem que a pessoa que use esta cadeira, possa desfrutar de um bom lugar de descanso, seja em um espaço coberto ou ao ar livre – e, graças ao seu design de tecido siliconado, não permitirá que a pessoa sinta calor.

(Poltrona Acapulco Summer/Desmobilia)

(Poltrona Varanda/Desmobilia)

É por isso que a Desmobilia resgata o valor cultural desde mobiliário com sua nova criação WIRED, com seu design elegante e versátil, mantendo a forma e o material originais a es cores mais características destas peças.

Conheça este novo produto aquí.

Fábrica de Hélices Cruzeiro

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Como nos referimos aos hélices que, na grande maioria dos aviões de instrução básica eram de madeira, cumpre lembrar que estas eram verdadeiras peças artesanais. Muitas que equiparam os motores Ranger, Hirtz, Fiat, Gipsy, Franklin, Aeronca e Continental, foram produzidos em série pelo IPT de S. Paulo ou pela Fábrica de Hélices Cruzeiro, fundada por Idilico Bernini e que ficava na Rua Voluntários da Pátria, em São Paulo.

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